Polícia Federal em Alagoas identifica idoso desaparecido há mais de 40 anos e reúne família

Homem de 62 anos vivia há oito anos em abrigo de Santana do Ipanema sem documentos e com perda de memória
Exames biométricos e análises papiloscópicas solucionaram, em um único dia, o desaparecimento (Foto: PF)

Um trabalho conjunto da Polícia Federal em Alagoas e no Distrito Federal resultou na identificação de um idoso de 62 anos que estava desaparecido há mais de quatro décadas. O caso foi solucionado no mesmo dia em que a demanda chegou às autoridades, nesta quarta-feira (17).

O homem vivia há cerca de oito anos em um abrigo no município de Santana do Ipanema, no Sertão de Alagoas. Sem documentos e com grave perda de memória, ele não conseguia fornecer informações que permitissem sua identificação ou o contato com familiares.

Diante da situação, o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) acionou a Polícia Federal para auxiliar na apuração do caso. A partir de um trabalho integrado entre equipes da PF em Alagoas e no Distrito Federal, foram realizados exames papiloscópicos e pesquisas em sistemas biométricos, que possibilitaram a confirmação da identidade do idoso.

Após a identificação, os policiais federais conseguiram localizar os familiares do homem no Distrito Federal. A descoberta encerra uma longa espera de mais de 40 anos e abre caminho para o reencontro da família.

Segundo informações da Polícia Federal, os parentes já estão se organizando para viajar a Maceió nos próximos dias, onde deverão reencontrar o familiar após décadas sem notícias.

O caso destaca a importância do trabalho técnico realizado pelos órgãos de segurança e reforça o papel da cooperação entre instituições de diferentes estados. Em Alagoas, a atuação conjunta entre o Ministério Público e a Polícia Federal foi fundamental para devolver ao idoso sua identidade e possibilitar a reconstrução dos laços familiares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações da PF