A 9ª Delegacia Regional de Polícia (9ª DRP) de Viçosa deflagrou, nesta quinta-feira (8), a Operação Mãos que Protegem, com o objetivo de cumprir cinco mandados judiciais relacionados a um grave crime de violência sexual contra uma criança. A ação resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em desfavor de adolescentes infratores.
A operação foi coordenada pelo delegado Fernando Lustosa e pela delegada-adjunta Ana Carolina Sekeff, ambos da 9ª DRP, e é fruto de investigações iniciadas após comunicação do Conselho Tutelar. O órgão informou que uma criança de 11 anos teria sido vítima de estupro coletivo, ocorrido no município de Viçosa, em setembro de 2025.
De acordo com as apurações, o crime teria sido praticado por um grupo formado por jovens com idades entre 18 e 21 anos, além de dois adolescentes infratores. A partir da denúncia, foi instaurado inquérito policial, no qual a vítima, familiares e testemunhas foram ouvidos, além da realização de exame de corpo de delito.
Com a comprovação da materialidade do crime e a existência de indícios suficientes de autoria, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares, que resultaram na expedição das prisões preventivas dos adultos e na apreensão dos adolescentes envolvidos.
Durante a operação, quatro mandados foram cumpridos no município de Viçosa. Paralelamente, uma equipe da 9ª DRP se deslocou até o município de Joaquim Gomes, onde, com o apoio do 110º Distrito Policial (110º DP), foi cumprido um mandado de prisão preventiva.
Todos os envolvidos foram submetidos a audiências de custódia, nas quais a Justiça decidiu pela manutenção das prisões e apreensões. Segundo o delegado Fernando Lustosa, os procedimentos agora entram na fase final. “Estão sendo adotados os trâmites para o encaminhamento dos adultos ao sistema prisional e dos adolescentes infratores ao Centro de Internação Provisória”, informou.
A Polícia Civil reforçou que as investigações seguem sob sigilo, visando a preservação da vítima e o completo esclarecimento dos fatos.
Com informações da PCAL






