Foi confirmada nesta terça-feira (24) a morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que estava desaparecida desde o último sábado (21) após sofrer uma queda enquanto fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. Juliana caiu da borda da cratera de um vulcão durante a madrugada, e seu corpo só foi alcançado pelas equipes de resgate quatro dias depois.
A informação foi divulgada pela família por meio do perfil no Instagram “Resgate Juliana Marins”, criado para mobilizar apoio e compartilhar atualizações sobre as buscas.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz o comunicado publicado nas redes sociais.
De acordo com a Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarna), houve atraso no início das operações de resgate porque os socorristas só foram acionados horas depois do acidente. Um integrante do grupo de trilheiros com Juliana precisou descer a pé até um posto de apoio, em um trajeto que levou várias horas, para conseguir pedir ajuda. A subida da equipe até o local do acidente também foi dificultada pelas condições geográficas e pelo terreno de difícil acesso.
Juliana estava viajando pelo país e era apaixonada por aventuras e natureza. A tragédia comoveu internautas e mobilizou uma rede de solidariedade que acompanhou a busca pelo desfecho das operações de resgate.
Juliana Marins é de Niterói, Região Metropolitana do Rio, e estava fazendo um mochilão na Ásia desde fevereiro. Até o momento, não há informações oficiais sobre o processo de translado do corpo ao Brasil.






