O fenômeno global do reggaeton Bad Bunny desembarca pela primeira vez no Brasil para duas apresentações no Allianz Parque, em São Paulo. Os shows acontecem nos dias 20 e 21 de fevereiro e integram a Debí Tirar Más Fotos World Tour, turnê mundial que celebra o álbum mais recente do artista.
A estreia em solo brasileiro já chega cercada de expectativa: os ingressos, com preços entre R$ 267 e R$ 1.905, se esgotaram nas primeiras horas de venda, confirmando a força do cantor porto-riquenho também entre os fãs brasileiros.
Sucesso histórico no Grammy
O álbum Debí Tirar Más Fotos, que dá nome à turnê, consolidou Bad Bunny como um dos maiores nomes da música internacional da atualidade. O trabalho rendeu ao artista cinco prêmios no Grammy Latino e outros três troféus na premiação geral do Grammy.
Entre as conquistas está o título de Álbum do Ano, a principal categoria da noite. Com isso, Bad Bunny se tornou o primeiro artista latino a vencer a categoria com um álbum inteiramente em espanhol — um marco histórico na indústria fonográfica.
Artista mais ouvido do mundo
Nascido em Porto Rico, Benito Antonio Martínez Ocasio, o Bad Bunny, vem acumulando recordes. De acordo com dados divulgados pelo Spotify, ele foi o artista mais ouvido do mundo em 2025, superando nomes de peso do cenário pop internacional.
Com sete álbuns de estúdio lançados, o cantor e produtor também entrou para a história recentemente ao comandar sozinho o show do intervalo do Super Bowl LX, tornando-se o primeiro artista latino a assumir a atração principal do evento.
Turnê e ação social
Além do sucesso comercial, a Debí Tirar Más Fotos World Tour também tem viés social. Parte da arrecadação dos shows será destinada à Fundação Good Bunny, organização criada pelo artista que atua no atendimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social em Porto Rico.
A passagem pelo Brasil marca não apenas a estreia de Bad Bunny no país, mas também mais um capítulo na consolidação do artista como um dos principais protagonistas da música mundial contemporânea.
Com informações da CNN






