Seleção Brasileira empata com a Tunísia no último jogo de 2025

O Brasil volta a campo apenas em março de 2026, em dois amistosos cujos adversários ainda serão divulgados
Estêvão comemora o gol do empate com a Tunísia (Foto: CBF)

A Seleção Brasileira encerrou o ano de 2025 com um empate por 1 a 1 diante da Tunísia, nesta terça-feira (18), na Decathlon Arena, em Lille, na França. Em uma partida marcada por oscilações, dificuldades na criação e chances importantes desperdiçadas, o jovem Estêvão foi o destaque brasileiro: marcou de pênalti e ainda acertou a trave nos acréscimos após jogada individual.

O Brasil volta a campo apenas em março de 2026, em dois amistosos cujos adversários ainda serão divulgados pela CBF.

Primeiro tempo: Tunísia surpreende e Brasil reage após sofrer gol

A Tunísia entrou em campo com uma estratégia clara: defesa compacta, boa marcação e contra-ataques rápidos. O plano funcionou nos primeiros 25 minutos, quando o Brasil encontrou dificuldade para imprimir ritmo e trocar passes no campo ofensivo.

Aos 23 minutos, os africanos abriram o placar. Mastouri aproveitou um erro de Wesley no meio-campo e finalizou com precisão no contra-ataque: 1 a 0 Tunísia.

O gol acordou a Seleção. Logo aos 25, Casemiro arriscou de longe e levou perigo. Na sequência, Éder Militão fez o mesmo. Rodrygo ainda teve duas grandes oportunidades, mas parou no goleiro e na defesa tunisiana.

Aos 37, o Brasil chegou ao empate graças à intervenção do VAR. Um cruzamento na área da Tunísia bateu no braço de um defensor, e o árbitro assinalou pênalti. Estêvão, com muita personalidade, bateu forte e deixou tudo igual: 1 a 1.

Segundo tempo: pressão brasileira, pênalti perdido e trave no fim

No intervalo, Carlo Ancelotti fez duas mudanças: Danilo entrou no lugar de Wesley, que tinha cartão amarelo, e Vitor Roque substituiu Matheus Cunha.

O Brasil voltou melhor, pressionando e criando chances. Rodrygo finalizou duas vezes com perigo antes dos cinco minutos. Apesar disso, a Tunísia seguia oferecendo riscos nos contra-ataques.

Aos 15 minutos, novas alterações: Fabinho, Fabrício Bruno e Lucas Paquetá entraram nas vagas de Casemiro, Militão e Bruno Guimarães, respectivamente.

Pouco depois, Vitor Roque sofreu um pênalti e Paquetá teve a chance da virada. O meia, porém, chutou para fora e desperdiçou a oportunidade mais clara da Seleção no segundo tempo.

O Brasil continuou pressionando até o fim, mas encontrou uma defesa tunisiana bem postada. Nos acréscimos, Estêvão quase decidiu: driblou três marcadores e tocou de leve, mas a bola carimbou a trave, selando o empate.

Escalação do Brasil

Bento; Wesley (Danilo), Marquinhos, Éder Militão (Fabrício Bruno), Caio Henrique; Bruno Guimarães (Lucas Paquetá), Casemiro (Fabinho); Estêvão, Rodrygo (Luiz Henrique), Matheus Cunha (Vitor Roque) e Vinícius Júnior.