O corpo da brasileira Juliana Marins chegou ao Rio de Janeiro no início da noite desta terça-feira (1º), após sua morte durante uma trilha em um vulcão na Indonésia. O translado foi realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), com o voo pousando por volta das 19h40 na Base Aérea do Galeão (BAGL), na capital fluminense, após decolar do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
A chegada de Juliana ao Brasil marca um novo capítulo na busca da família por respostas. Os familiares solicitaram à Justiça a realização de uma nova autópsia, prevista para ocorrer nesta quarta-feira (2), no Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro.
Segundo a defensora pública federal Taísa Bittencourt Leal Queiroz, responsável pelo pedido judicial, a nova análise tem como objetivo esclarecer possíveis falhas no resgate e, principalmente, a “ausência de esclarecimento sobre a causa e o momento exato em que a vítima morreu”.
Juliana Marins faleceu em circunstâncias ainda nebulosas durante uma trilha em um dos muitos vulcões ativos da Indonésia. A família, que demonstrou preocupação com a condução do resgate no país asiático, espera que a nova autópsia possa fornecer informações mais precisas sobre o que realmente aconteceu.






